Inspiração de repórter


Foto: Manoela Tomasi / Mini Full

A primeira profissão que escolhi para minha vida foi o jornalismo. Sempre tive gosto pela arte de selecionar palavras e imagens que provoquem inspiração. Mesmo hoje, mais terapeuta que repórter, ainda levo a escrita como atividade fundamental para tocar corações. Por isso publico hoje este post, para valorizar o serviço de uma jovem jornalista que entrou para a história d'A Escola das Emoções. Afinal, a primeira reportagem a gente nunca esquece! :)

Era tarde de sol quando fomos ao encontro da Manoela em um dos parques mais tradicionais de Porto Alegre. Lá, ela nos esperava com sorriso doce e olhos curiosos de quem não via a hora de começar a entrevista. Nas perguntas era visível o encanto: pelo trabalho que escolheu, pelo tema em questão e — mais importante — pela riqueza que é conhecer outros seres humanos e explorar seus universos.

Com atenção e presença, Manoela ouviu por alguns minutos a nossa história. Em sua reportagem, publicada há alguns dias no site de Mini Full, retratou com muita sensibilidade a mensagem que foi transmitida. Uma matéria que estimula o autoconhecimento e a educação emocional e, de quebra, ainda divulga o nosso curso Conhece-te.

Expressamos aqui a nossa gratidão pela oportunidade de compartilhar a filosofia que vem conduzindo nossos caminhos de desenvolvimento pessoal. Abaixo estão alguns trechos do texto que ela escreveu.

A Escola das Emoções: 'você não é o que você sente'

"A Escola das Emoções é uma sala de aula onde os professores são os próprios sentimentos dos alunos e a matéria integra a mente, o corpo e o espírito.

'A Escola foi criada também para ser um espaço onde as pessoas serão provocadas a pensarem no que elas estão fazendo da vida delas', fala Pedro. 'E aí é interessante o papel da crise que vivemos hoje. O colapso da humanidade, pessoal, empresarial, financeiro, faz com que as pessoas percebam que alguma coisa está errada, que algo precisa ser mudado', completa Camila.

Para participar do curso 'Conhece-te' basta ter tido algum tipo de emoção na vida. Segundo Camila, um dos exemplos de emoção mais comum nos seres humanos é o medo da rejeição.

'Quase todos já passaram por situações onde queriam agradar um determinado grupo social e, muitas vezes, este tipo de situação acaba marcando as pessoas e até mesmo interferindo nas demais emoções. Passamos a vida construindo um personagem para tentar ser merecedor do amor dos outros. E a gente nunca vai encontrar esse amor fora se não encontrarmos o amor de dentro. Então, vale a pena dar espaço para sentir a tua dor. O autoconhecimento que ela trás te coloca diante de quem tu és realmente. Tu vais passar a te amar, exatamente do jeito que és. E os caminhos vão se abrir para ti, naturalmente', ensina a educadora."

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